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  • Paiol de Marte (loja de turismo), Coroada, 4930 Valença
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Valença Jóia Patrimonial da Humanidade

A Fortaleza de Valença é uma das principais fortificações militares da Europa, com cerca de 5 km de perímetro amuralhado, sobranceira ao rio Minho, frente a Tui. Um espaço de convivência galaico-minhoto, comercial e turístico por excelência.

Obra de arquitetura militar abaluartada, cujos primeiros muros remontam a um povoado da Idade do Ferro e que atualmente possui um sistema abaluartado, edificado nos séculos XVII e XVIII.

A fortificação localiza-se no topo de dois outeiros e é formada por dois polígonos: a Magistral (mais antiga) e a Coroada, separados por um fosso, com falsas-bragas.

10 baluartes e 2 meios baluartes, 5 revelins, 5 reparos, 6 redentes, 2 contraguardas, 2 cobre-faces, 1 tenalha, 34 guaritas, 214 canhoneiras, 6 fortes, 3 poternas, 2 paióis, 10 casamatas, são alguns dos elementos da arquitetura militar abaluartada que se projetam e é possível apreciar nesta fortificação.

Fortaleza de Valença

Capela barroca, Séc. XVII e XVIII

Capela Militar do Bom Jesus

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Arquitetura religiosa, barroca e rococó.
A capela do Bom Jesus do Bonfim, da autoria de Manuel Pinto Vilalobos, possui nave e capela-mor retangulares. No interior conserva uma pequena imagem de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Regimento de Infantaria n.o 21 estacionado em Valença e que um soldado transportava numa mochila sempre que o regimento saía em campanha.

GPS: 42º1'42,45”N
8º38'43,62”W

Escultura, séc. XX

Estátua de S. Teotónio

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A estátua de S. Teotónio é uma escultura do Séc. XX e evoca a figura do 1º Santo Português - o inspirador e protetor da nacionalidade. Nasceu em 1082 na freguesia valenciana de Ganfei e faleceu, em Coimbra, a 18 de Fevereiro de 1162. São Teotónio tornou-se o primeiro santo português, sendo celebrado como o reformador da vida religiosa. Conhecido como padroeiro dos cristãos escravizados, por ter amparado 1000 homens, mulheres e crianças moçárabes, capturados numa incursão à Andaluzia por D. Afonso Henriques.

GPS: 42º1'42,45”N
8º38'43,62”W

Fonte, séc. XIV / XVIII

Fonte da Vila

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Localizada extramuros, no lado poente da Fortaleza, é uma fonte de origem medieval, renovada no século XVIII, como testemunham as armas reais colocadas sobre a caixa de água.
Um espaço cénico notável protegido pelo revelim da Fonte da Vila. Na forma como atualmente se apresenta, o revelim tem parapeito de torrão, plataformas das canhoneiras em alvenaria de granito e casamata enterrada na gola.

GPS: 42º1'49,57”N
8º38'43,74”W

Templo românico, séc. XIII

Igreja de Santo Estevão

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Arquitetura religiosa, neoclássica. Igreja neoclássica de planta longitudinal, de 3 naves. Aqui esteve sediada a Colegiada de Santo Estêvão de Valença, bem como o Bispado de Ceuta. Desses tempos é possível apreciar a cadeira bispal, em estilo gótico-mudejar, bem como os cadeirais e as pinturas da vida de São Vicente. O templo conserva, ainda, o único quadro existente em Portugal da Virgem a amamentar o menino que escapou à Inquisição.

GPS: 42º1'54,02”N
8º38´41,49”W

Templo românico, séc. XIII

Igreja Santa Maria dos Anjos

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A igreja de Santa Maria dos Anjos é a igreja matriz de Valença. Construção remonta ao século XIII em estilo Românico, apresenta uma planta longitudinal. No interior conserva 5 retábulos em talha polícroma de estilo neoclássico e barroco na nave, estando 2 posicionados colateralmente ao arco triunfal, e na capela-mor o retábulo em talha igualmente polícroma, igualmente de desenho neoclássico. Na capela funerária anexa conservam-se também interessantes vestígios de pintura mural quinhentista.

GPS: 42º1'57,79”N
8º38'43,92”W

Marco, séc. I D. C.

Marco Miliário Romano

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Marca as 42 milhas de distância de Braga a Tui e foi mandado construir pelo Imperador Cláudio, no séc. I DC. Ao longo dos tempos serviu também de pelourinho. A via romana XIX entra em Valença por Fontoura, cruza Cerdal na ponte da Pedreira e chegava à veiga de Valença onde cruzava para Tui. Uma via com fins militares , comerciais e de pacificação do território.

GPS: 42º1'54,4”N
8º38'41,34”W

Paiol, séc. XVIII

Paiol do Campo de Marte

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Paiol militar construído em 1715 é uma autêntica casa à prova de bomba.
A sala abobadada, as paredes de grande espessura , o túmulo do Tenente-General João Vitória Miron de Sabione, oficial suíço fundador da Aula Real de Artilharia de Valença, são algumas das singularidades deste monumento.

GPS: 42º1'40,12”N
8º38'45,6”W

Casa do Marechal, séc. XVIII

Portal Champalimaud Nussane

Descobre Portal Champalimaud Nussane

Casa em forma de L invertido no interior da Fortaleza de Valença, sendo uma das mais relevantes construções do Centro Histórico, ao nível do interesse arquitetónico. Exemplar da arquitetura tardo-barroca, pertenceu ao Marechal Champalimaud de Nussane.

GPS: 42º1'54,11”N
8º38'43,11”W

Porta, séc. XVII

Portas da Coroada

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A Porta da Coroada está localizada a Sul da Fortaleza, precedida por ponte de cantaria com guarda também de cantaria vazada, é feito por porta em arco de volta perfeita com as aduelas em cunha, enquadrada por duplas pilastras almofadadas suportando friso e frontão de volutas interrompido por tabela rectangular vertical com as armas nacionais. Mandadas construir pelo rei D. Pedro II é a principal porta de entrada na fortificação.

GPS: 42º1'38,41”N
8º38'44,51”W

Porta, séc. XVII

Portas da Gaviarra

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Situada a leste, comunicava com o cais do Rio Minho e a estrada para Monção. Rasgando-se na gola do Baluarte do Socorro; sob este desenvolve-se um túnel em cotovelo, abobadado e protegido por gradeamento de ferro; nessa estrutura abre-se a chamada Porta Afonsina e encontra-se a antiga cisterna de São Vicente. São estas portas que, ainda hoje, os peregrinos a Santiago atravessam em direção à centenária ponte metálica do Rio Minho.

GPS: 42º01'59.82”N
8º38”42.29”O

Pelo Concelho de Valença

Capela, século XVIII

Capela do Monte do Faro

Descobre Capela do Monte do Faro

Portal barroco, em granito, de grandes dimensões. É o único elemento que resta de uma antiga quinta senhorial, pertença da família Pimenta de Castro. Trata-se de um exemplar de grande interesse arquitectónico e artístico. No pano de muro, percorrido por cornija e merlões chanfrados, e delimitado por pilastras almofadadas com pináculos a coroá-las, abrem-se duas janelas de lintel curvo, com o mesmo aparelho almofadado.

GPS: 42º2'53,44”N
8º33'28,85”W

Convento, século XII

Convento de Ganfei

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Arquitectura religiosa românica e barroca. Albergou durante várias centúrias uma importante comunidade beneditina. Uma igreja notável, no seu interior as reliquias e o tumulo do beato São Ganfei. As primeiras fundações remontarão provavelmente ao séc. VII

GPS: 42º2'23,46”N
8º37'21,86”W

Cruzeiro, séc. XVI

Cruzeiro do Adro Velho

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O Cruzeiro do Adro Velho de Verdoejo data de 1559. Uma fuste monolítica decorada com vieiras colocadas alternadamente, cruz com chanfros e terminais em botão com representação bastante tosca de Cristo com barba, coroa de espinhos e pés sobrepostos. O espaço do Adro Velho, próximo à Ecopista do Rio Minho, acolhe um riquissimo espólio arqueológico com um conjunto de sarcofagos.

GPS: 42º2'57,49”N
8º35'11,36”W

Mosteiro, séc. XII / XIII

Igreja de Sanfins

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Arquitectura religiosa é um dos mais notáveis exemplos do Românico, em Portugal. Desde 1910 é Monumento Nacional. O Convento de Sanfins foi a cabeça do antigo Couto Monástico de Sanfins que englobava as freguesias a norte do concelho e que perdurou até 1834. A sua importância mereceu várias cartas regias de privilegios. As primeiras edificações de um templo religioso apontam-se para a data de 604 DC.

GPS: 42º1'51,98”N
8º34'56,42”W

Igreja, séc. XIV

Igreja Nª Sr.ª de Mosteiró

Descobre Igreja Nª Sr.ª de Mosteiró

Em 1392 fundou-se o Convento de Nossa Senhora de Mosteiró, o primeiro em Portugal da Ordem de Santo António dos Capuchos da Observância. No interior da igreja predomina a talha dourada ao estilo barroco e ao estilo neoclássico. Nas proximidades terá existido um pequeno convento de Eremitas de Santo Agostinho, referênciado em 713 DC.

GPS: 41º58'38,19”N
8º35'31,06”W

Pelourinho, séc. XVIII

Pelourinho de Couto de Sanfins

Descobre Pelourinho de Couto de Sanfins

A povoação de Sanfins é muito antiga (1172), que institui o couto da mesma designação, doado ao Mosteiro de S. Fins de Friestas. Sanfins foi vila e sede de concelho. Trata-se de um troço de coluna cilíndrica, muito grossa, assente numa tosca base de dois degraus quadrangulares, muito desgastados com a inscrição ERA DE 729.
Este pelourinho é possível de apreciar no lugar da Barreira, em Verdoejo, terra que per

GPS: 42º02'57.87”N
8º35'12,10”O

Portal, século XVIII

Portal da Quinta de Castro

Descobre Portal da Quinta de Castro

Portal barroco, em granito, de grandes dimensões. É o único elemento que resta de uma antiga quinta senhorial, pertença da família Pimenta de Castro. Trata-se de um exemplar de grande interesse arquitectónico e artístico. No pano de muro, percorrido por cornija e merlões chanfrados, e delimitado por pilastras almofadadas com pináculos a coroá-las, abrem-se duas janelas de lintel curvo, com o mesmo aparelho almofadado.

GPS: 42º2'53,44”N
8º33'28,85”W

Mapa do Património

Fortaleza
de Valença

o mais emblemático dos seus ícones – impõe a sua presença no alto de uma colina, assinalando a grandeza de uma das mais antigas povoações portuguesas, cuja imponência será, talvez, a responsável pela primeira impressão que se tem ao chegar.