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Valença Jóia Patrimonial da Humanidade

Espaços Museológicos

A Fortaleza de Valença é uma das principais fortificações militares da Europa, com cerca de 5 km de perímetro amuralhado, sobranceira ao rio Minho, frente a Tui. Um espaço de convivência galaico-minhoto, comercial e turístico por excelência.

Obra de arquitetura militar abaluartada, cujos primeiros muros remontam a um povoado da Idade do Ferro e que atualmente possui um sistema abaluartado, edificado nos séculos XVII e XVIII.

A fortificação localiza-se no topo de dois outeiros e é formada por dois polígonos: a Magistral (mais antiga) e a Coroada, separados por um fosso, com falsas-bragas.

10 baluartes e 2 meios baluartes, 5 revelins, 5 reparos, 6 redentes, 2 contraguardas, 2 cobre-faces, 1 tenalha, 34 guaritas, 214 canhoneiras, 6 fortes, 3 poternas, 2 paióis, 10 casamatas, são alguns dos elementos da arquitetura militar abaluartada que se projetam e é possível apreciar nesta fortificação.

Fortaleza de Valença

Capela barroca, Séc. XVII e XVIII

Capela Militar do Bom Jesus

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Arquitetura religiosa, barroca e rococó.
A capela do Bom Jesus do Bonfim, da autoria de Manuel Pinto Vilalobos, possui nave e capela-mor retangulares. No interior conserva uma pequena imagem de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Regimento de Infantaria n.o 21 estacionado em Valença e que um soldado transportava numa mochila sempre que o regimento saía em campanha.

GPS: 42º1'42,45”N
8º38'43,62”W

 Casa senhorial, Séc. XV

Casa do Eirado

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Casa senhorial, das mais antigas da fortificação. Destaca-se pelos seus merlões, as marcas judaicas das suas portas e a sua janela. A janela da Casa do Eirado é uma das primeiras marcas do estilo arquitetónico manuelino português. Por debaixo da janela encontra-se a figura de uma cabeça, em granito, com a inscrição FEAL : ME FEZ 1448. O povo do burgo diz que simboliza um galego degolado.

GPS: N 42º1'51.4”
W 8º38'40.4”

Escultura, séc. XX

Estátua de S. Teotónio

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A estátua de S. Teotónio é uma escultura do Séc. XX e evoca a figura do 1º Santo Português - o inspirador e protetor da nacionalidade. Nasceu em 1082 na freguesia valenciana de Ganfei e faleceu, em Coimbra, a 18 de Fevereiro de 1162. São Teotónio tornou-se o primeiro santo português, sendo celebrado como o reformador da vida religiosa. Conhecido como padroeiro dos cristãos escravizados, por ter amparado 1000 homens, mulheres e crianças moçárabes, capturados numa incursão à Andaluzia por D. Afonso Henriques.

GPS: 42º1'42,45”N
8º38'43,62”W

Fonte, séc. XIV / XVIII

Fonte da Vila

Descobre Fonte da Vila

Localizada extramuros, no lado poente da Fortaleza, é uma fonte de origem medieval, renovada no século XVIII, como testemunham as armas reais colocadas sobre a caixa de água.
Um espaço cénico notável protegido pelo revelim da Fonte da Vila. Na forma como atualmente se apresenta, o revelim tem parapeito de torrão, plataformas das canhoneiras em alvenaria de granito e casamata enterrada na gola.

GPS: 42º1'49,57”N
8º38'43,74”W

Templo românico, séc. XIII

Igreja de Santo Estevão

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Arquitetura religiosa, neoclássica. Igreja neoclássica de planta longitudinal, de 3 naves. Aqui esteve sediada a Colegiada de Santo Estêvão de Valença, bem como o Bispado de Ceuta. Desses tempos é possível apreciar a cadeira bispal, em estilo gótico-mudejar, bem como os cadeirais e as pinturas da vida de São Vicente. O templo conserva, ainda, o único quadro existente em Portugal da Virgem a amamentar o menino que escapou à Inquisição.

GPS: 42º1'54,02”N
8º38´41,49”W

Templo românico, séc. XIII

Igreja Santa Maria dos Anjos

Descobre Igreja Santa Maria dos Anjos

A igreja de Santa Maria dos Anjos é a igreja matriz de Valença. Construção remonta ao século XIII em estilo Românico, apresenta uma planta longitudinal. No interior conserva 5 retábulos em talha polícroma de estilo neoclássico e barroco na nave, estando 2 posicionados colateralmente ao arco triunfal, e na capela-mor o retábulo em talha igualmente polícroma, igualmente de desenho neoclássico. Na capela funerária anexa conservam-se também interessantes vestígios de pintura mural quinhentista.

GPS: 42º1'57,79”N
8º38'43,92”W

Marco, séc. I D. C.

Marco Miliário Romano

Descobre Marco Miliário Romano

Marca as 42 milhas de distância de Braga a Tui e foi mandado construir pelo Imperador Cláudio, no séc. I DC. Ao longo dos tempos serviu também de pelourinho. A via romana XIX entra em Valença por Fontoura, cruza Cerdal na ponte da Pedreira e chegava à veiga de Valença onde cruzava para Tui. Uma via com fins militares , comerciais e de pacificação do território.

GPS: 42º1'54,4”N
8º38'41,34”W

Núcleo Museológico

Moradia Régia

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Edifício românico/gótico. Desde a década de 30 do séc. XVIII aqui funcionaram os Paços do Concelho e a Cadeia da Comarca. Nas janelas do piso superior pode ver-se o gradeamento das salas da antiga Cadeia. As suas arcadas, seis no total, acolhiam a feira. Ostenta, na fachada, uma Esfera Armilar. Atualmente é o Núcleo Museológico Municipal.

GPS:
N 42° 1’52.94”
W 8°38’42.29”W

Paiol, séc. XVIII

Paiol do Campo de Marte

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Construído em 1715, situa-se a Sul da Praça-Forte. É composto por duas salas de planta retangular, envolvidas por muro alto. Portal entre pilastras encimado pela Pedra de Armas de Portugal e, em baixo, pela dos Ataídes. No seu interior, sob uma laje sepulcral, jaz o Tenente-General João Vitoria Miron de Sabione, Governador da Praça e fundador da Aula Real de Artilharia.

GPS:
N 42° 1’39.62”
W 8°38’46.24”

Casa do Marechal, séc. XVIII

Portal Champalimaud Nussane

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Casa em forma de L invertido no interior da Fortaleza de Valença, sendo uma das mais relevantes construções do Centro Histórico, ao nível do interesse arquitetónico. Exemplar da arquitetura tardo-barroca, pertenceu ao Marechal Champalimaud de Nussane.

GPS: 42º1'54,11”N
8º38'43,11”W

Porta, séc. XVII

Portas da Coroada

Descobre Portas da Coroada

A Porta da Coroada está localizada a Sul da Fortaleza, precedida por ponte de cantaria com guarda também de cantaria vazada, é feito por porta em arco de volta perfeita com as aduelas em cunha, enquadrada por duplas pilastras almofadadas suportando friso e frontão de volutas interrompido por tabela rectangular vertical com as armas nacionais. Mandadas construir pelo rei D. Pedro II é a principal porta de entrada na fortificação.

GPS: 42º1'38,41”N
8º38'44,51”W

Porta, séc. XVII

Portas da Gaviarra

Descobre Portas da Gaviarra

Situada a leste, comunicava com o cais do Rio Minho e a estrada para Monção. Rasgando-se na gola do Baluarte do Socorro; sob este desenvolve-se um túnel em cotovelo, abobadado e protegido por gradeamento de ferro; nessa estrutura abre-se a chamada Porta Afonsina e encontra-se a antiga cisterna de São Vicente. São estas portas que, ainda hoje, os peregrinos a Santiago atravessam em direção à centenária ponte metálica do Rio Minho.

GPS: 42º01'59.82”N
8º38”42.29”O

Pelo Concelho de Valença

Memórias da Fronteira

Antiga Alfândega

Descobre Antiga Alfândega
O edifico da antiga Alfândega contempla um painel de pintura em pastilha, na parede voltada para o rio, com a representação de uma sereia a dedilhar uma cítara, do mestre Júlio Resende. No lado oposto existe uma escultura em bronze, uma das primeira obras de arte contemporânea colocadas em Portugal, denominada Ritmos de Primavera, de Arlindo Rocha, de 1961.

GPS:
N 42° 2’4.18”
W 8°38’41.73”
 

Capela, século XVIII

Capela do Monte do Faro

Descobre Capela do Monte do Faro

Portal barroco, em granito, de grandes dimensões. É o único elemento que resta de uma antiga quinta senhorial, pertença da família Pimenta de Castro. Trata-se de um exemplar de grande interesse arquitectónico e artístico. No pano de muro, percorrido por cornija e merlões chanfrados, e delimitado por pilastras almofadadas com pináculos a coroá-las, abrem-se duas janelas de lintel curvo, com o mesmo aparelho almofadado.

GPS: 42º2'53,44”N
8º33'28,85”W

Convento, século XII

Convento de Ganfei

Descobre Convento de Ganfei

Arquitectura religiosa românica e barroca. Albergou durante várias centúrias uma importante comunidade beneditina. Uma igreja notável, no seu interior as reliquias e o tumulo do beato São Ganfei. As primeiras fundações remontarão provavelmente ao séc. VII

GPS: 42º2'23,46”N
8º37'21,86”W

Cruzeiro, séc. XVI

Cruzeiro do Adro Velho

Descobre Cruzeiro do Adro Velho

O Cruzeiro do Adro Velho de Verdoejo data de 1559. Uma fuste monolítica decorada com vieiras colocadas alternadamente, cruz com chanfros e terminais em botão com representação bastante tosca de Cristo com barba, coroa de espinhos e pés sobrepostos. O espaço do Adro Velho, próximo à Ecopista do Rio Minho, acolhe um riquissimo espólio arqueológico com um conjunto de sarcofagos.

GPS: 42º2'57,49”N
8º35'11,36”W

Mosteiro, séc. XII / XIII

Igreja de Sanfins

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Arquitectura religiosa é um dos mais notáveis exemplos do Românico, em Portugal. Desde 1910 é Monumento Nacional. O Convento de Sanfins foi a cabeça do antigo Couto Monástico de Sanfins que englobava as freguesias a norte do concelho e que perdurou até 1834. A sua importância mereceu várias cartas regias de privilegios. As primeiras edificações de um templo religioso apontam-se para a data de 604 DC.

GPS: 42º1'51,98”N
8º34'56,42”W

Igreja, séc. XIV

Igreja Nª Sr.ª de Mosteiró

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Em 1392 fundou-se o Convento de Nossa Senhora de Mosteiró, o primeiro em Portugal da Ordem de Santo António dos Capuchos da Observância. No interior da igreja predomina a talha dourada ao estilo barroco e ao estilo neoclássico. Nas proximidades terá existido um pequeno convento de Eremitas de Santo Agostinho, referênciado em 713 DC.

GPS: 41º58'38,19”N
8º35'31,06”W

Pelourinho, séc. XVIII

Pelourinho de Couto de Sanfins

Descobre Pelourinho de Couto de Sanfins

A povoação de Sanfins é muito antiga (1172), que institui o couto da mesma designação, doado ao Mosteiro de S. Fins de Friestas. Sanfins foi vila e sede de concelho. Trata-se de um troço de coluna cilíndrica, muito grossa, assente numa tosca base de dois degraus quadrangulares, muito desgastados com a inscrição ERA DE 729.
Este pelourinho é possível de apreciar no lugar da Barreira, em Verdoejo, terra que per

GPS: 42º02'57.87”N
8º35'12,10”O

Portal, século XVIII

Portal da Quinta de Castro

Descobre Portal da Quinta de Castro

Portal barroco, em granito, de grandes dimensões. É o único elemento que resta de uma antiga quinta senhorial, pertença da família Pimenta de Castro. Trata-se de um exemplar de grande interesse arquitectónico e artístico. No pano de muro, percorrido por cornija e merlões chanfrados, e delimitado por pilastras almofadadas com pináculos a coroá-las, abrem-se duas janelas de lintel curvo, com o mesmo aparelho almofadado.

GPS: 42º2'53,44”N
8º33'28,85”W

Mapa do Património

Fortaleza
de Valença

o mais emblemático dos seus ícones – impõe a sua presença no alto de uma colina, assinalando a grandeza de uma das mais antigas povoações portuguesas, cuja imponência será, talvez, a responsável pela primeira impressão que se tem ao chegar.